30 de jul. de 2011

Nosso Encontro _30/07/2011

Bom, no nosso encontro de hoje estiveram presentes: Eva, Oberdã, Alana, Debora, Juliana e Mariana. Alem de acertamos os detalhes da nossa viagem, que será no próximo sábado, e estudamos sobre as Leis de Sociedade e do Progresso, ainda dentro das 10 leis morais.

Seguem partes do texto lido:

Sobre Lei de Sociedade
“O homem, não sendo possuidor de todas as faculdades completas, no convívio com os outros promove a troca e o aperfeiçoamento delas, assegurando o seu bem estar e seu progresso. No contacto com o semelhante se educa e evolui; é na relação com o outro que desenvolve o seu psiquismo.”

“Enquanto a supervalorização da família consangüínea prende a criatura no circuito fechado dos interesses mútuos, o relaxamento dos laços familiares remete o indivíduo ao egoísmo pessoal e particular. No seio da família o homem aprende a amar o seu semelhante na sociedade.”


Sobre Lei do Progresso
“Desde que há necessidade de evoluir – sair do estado de natureza empurrado pela lei natural – o homem cria uma série de atribulações próprias dos vários estágios pelos quais deva passar. Não podendo retroagir, senão apenas estacionar por tempo determinado é, por isto, responsabilizado no curso geral de sua vida imortal, criando para si embaraços e dificuldades que só o tempo bem aproveitado poderá resgatar.”


“O progresso moral, que é o grande objetivo do Espírito, é uma conquista decorrente do progresso intelectual, porque, através deste último, a criatura humana aprende a discriminar os valores para poder escolher o que mais lhe convém, usando a faculdade do livre-arbítrio



“O que ainda impede o homem de alcançar sua destinação é o orgulho e o egoísmo.”


Muita Luz....

18 de jul. de 2011

Nosso encontro_16/07/2011

Bom...neste sábado estiveram presentes: Eva, Oberdã (claro!), Mariana, Alana, Gabriele e Mateus...onde demos continuidade ao estudo sobre as 10 leis morais (divinas e naturais) e falamos sobre a Lei da Conservação.
Todos os seres vivos possuem o instinto de conservação qualquer que seja o seu grau de inteligência. A composição natural da Terra, nos provê todos os meios necessários para que possamos sobreviver. Tudo o que precisamos está integrado à natureza seja no solo, no mar ou no ar. Porém, por imprevidência de nossa parte, extraímos da Natureza não só o necessário, mas o supérfluo. Seja por razões de egoísmo ou de ganância.
Discutimos acerca da definição acima e usamos o Livro dos Espíritos, perguntas:

703 Com que objetivo Deus deu a todos os seres vivos o instinto de conservação?
– Porque todos devem cumprir os desígnios da Providência; é por isso que Deus deu o instinto de conservação. Além disso, a vida é necessária ao aperfeiçoamento dos seres que têm instintivamente esse sentimento, sem se darem conta disso.
704 Deus, dando ao homem a necessidade de viver, sempre lhe forneceu os meios para isso?
– Sim. Se não os encontra, é por falta de iniciativa. Deus não poderia dar ao homem a necessidade de viver sem lhe dar os meios, por isso faz a terra produzir e fornecer o necessário a todos, porque só o necessário é útil. O supérfluo nunca é.
705 Por que nem sempre a terra produz o suficiente para fornecer o necessário ao homem?
– O homem a negligencia por ingratidão e, no entanto, a terra continua sendo uma excelente mãe. Além disso, ele ainda acusa a natureza por sua própria imperícia ou imprevidência. A terra produziria sempre o necessário se o homem soubesse se contentar. Se o que produz não é bastante para todas as necessidades, é porque emprega no supérfluo o que deveria utilizar no necessário. Observai o árabe no deserto: encontra sempre com o que viver, porque não cria necessidades artificiais. Porém, quando a metade da produção é desperdiçada para satisfazer fantasias, deve o homem se espantar de não encontrar nada em seguida? E terá razão de se queixar por estar desprovido quando chega a época da escassez? Na verdade, não é a natureza que é imprevidente, é o homem que não sabe regrar sua vida.
707 Os meios de subsistência, muitas vezes, faltam a alguns, mesmo em meio à abundância que os cerca; por quê?
– É pelo egoísmo dos homens em geral e também, freqüentemente, por negligência deles mesmos. Buscai e achareis; essas palavras não querem dizer que basta olhar a terra para encontrar o que se deseja, mas que é preciso procurar com ardor e perseverança e não com fraqueza, sem se deixar desencorajar pelos obstáculos que, muitas vezes, são apenas meios de colocar à prova a vossa constância, paciência e firmeza. (Veja a questão 534.)
Se a civilização multiplica as necessidades, também multiplica as fontes de trabalho e os meios de vida; mas é preciso admitir que sob esse aspecto resta ainda muito a fazer. Quando a civilização terminar sua obra, ninguém poderá queixar-se de que lhe falta o necessário, senão por sua própria culpa. A infelicidade, para muitos, decorre de enveredarem por um caminho que não é o que a natureza traçou; é então que falta inteligência para terem êxito. Há lugar ao sol para todos, mas com a condição de cada um ter o seu, e não o dos outros. A natureza não pode ser responsável pelos vícios de organização social nem pelas conseqüências da ambição e do amor-próprio.
Entretanto, seria preciso ser cego para não reconhecer o progresso que se realizou sob esse aspecto entre os povos mais avançados. Graças aos louváveis esforços que a filantropia e a ciência juntas não param de fazer para o melhoramento da condição material dos homens, e apesar do contínuo aumento das populações, a insuficiência da produção está atenuada em grande parte, pelo menos. Os anos mais calamitosos hoje nada têm de comparável aos de antigamente. A higiene pública, esse elemento tão essencial para o bem-estar e a saúde, desconhecida de nossos pais, é agora objeto de cuidados especiais; o infortúnio e o sofrimento encontram lugares de refúgio. Em toda parte a ciência contribui para aumentar o bem-estar. Pode-se dizer que já alcançou a perfeição? Certamente que não. Mas o que já se fez dá a medida do que se pode fazer com perseverança, se o homem é bastante sábio para procurar sua felicidade nas coisas positivas e sérias e não nas utopias que o fazem recuar em vez de progredir.
712 Por que Deus colocou o atrativo do prazer na posse e uso dos bens materiais?
– Para estimular o homem ao cumprimento de sua missão e experimentá-lo por meio da tentação.



Muita Luz.....